Secovi apura lançamento de 33.198 imóveis em 2013

cidade sao paulo

 

O mercado imobiliário voltou a crescer na capital paulista. Em 2013, o número de imóveis residenciais lançados totalizou 33.198 unidades, volume 16,4% maior do que em 2012, de acordo com pesquisa divulgada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), nesta terça-feira, 11.

O resultado ficou acima da média de 31.627 unidades lançadas anualmente desde 2004. Além disso, mostrou recuperação nas atividades do setor, que havia encerrado 2012 com lançamento de 28.517 unidades, queda de 25,1% em comparação com 2011.

O valor geral de vendas (VGV) das unidades ofertadas ao mercado no ano passado totalizou R$ 19,135 bilhões, aumento de 30,2% em relação ao ano anterior. O cálculo já considera valores corrigidos pelo INCC.

As vendas de imóveis residenciais em São Paulo atingiram 33.319 unidades em 2013, alta de 23,6%. O número de unidades vendidas foi o maior desde 2010, quando chegou a 35.869 unidades.

Os imóveis mais vendidos foram os de dois dormitórios, representando 44,0% das unidades comercializadas. Em seguida estiveram as moradias de um quarto (25,2%), três (23,0%) e quatro (7,8%).

A comercialização das unidades de um dormitório vem crescendo ano a ano, como reflexo do preço maior do metro quadrado no mercado. Eles representavam 15,6% das vendas em 2012, 13,7% em 2011, 10,9% em 2010 e 5,9% em 2009. No ano passado, superaram pela primeira a venda de imóveis de três quartos.

A pesquisa do Secovi mostrou também o resultado dos negócios na região metropolitana da capital paulista. Na região, os lançamentos atingiram 58.143 unidades em 2013, 3,0% mais que em 2012.

Fonte: DGABC

 

Preços de imóveis ficarão estáveis em 2014, diz Secovi-SP

Presidente do sindicato das empresas do ramo de habitação do estado de São Paulo acredita que mercado imobiliário paulista deve crescer pouco em 2014

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Prédios em São Paulo: preços de imóveis novos só serão elevados se houver fenômenos atípicos

Apesar do crescimento de 23,6% nas vendas de imóveis residenciais novos em 2013 – com 33.319 unidades vendidas, contra 26.958 unidades vendidas em 2012 – o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, acredita que 2014 verá uma estabilização no mercado imobiliário.

“Não achamos que o mercado tenha muito espaço pra crescer, e se crescer, vai crescer pouco”, afirma Bernardes.

Para ele, os preços dos imóveis novos devem ficar estáveis em 2014, em termos reais (descontada a inflação), a não ser que haja distorções, como o aumento de participação dos imóveis de um quarto que ocorreu em 2013 na cidade de São Paulo, elevando o preço médio do metro quadrado.

Segundo Bernardes, eventos como Copa do Mundo e eleições desviam a atenção das pessoas da compra de imóveis, e particularmente as eleições as deixam mais inseguras em relação ao rumo da economia. O desemprego baixo, acrescenta ele, é que ainda pesa positivamente para o mercado imobiliário.

Imóveis de um quarto elevaram preço do metro quadrado

De acordo com o Balanço do Mercado Imobiliário 2013 do Secovi-SP, divulgado nesta terça-feira, o preço médio do metro quadrado na capital passou de 7.200 reais em 2012 para 8.700 reais em 2013.

Mas de acordo com Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, essa elevação se deve principalmente ao aumento da participação dos apartamentos de um dormitório nas vendas. “Os imóveis compactos têm metro quadrado mais caro que os demais e acabam puxando o aumento dos preços”, diz.

O segmento de um dormitório foi o grande destaque do ano, com 8.931 unidades vendidas, um crescimento de 99,7% em relação a 2012, quando foram comercializadas 4.202 unidades.

Com o crescimento, o segmento de um dormitório ampliou sua participação nas vendas de imóveis novos, passando de 15,6% para 25,2% de 2012 para 2013.

Crescimento acima do esperado em 2013

Ainda segundo Petrucci, o crescimento do mercado imobiliário em 2013 já foi acima do esperado. “O mercado imobiliário se descolou do mercado em geral. Mesmo com a economia indo muito mal, os fundamentos para que o mercado imobiliário continuasse crescendo continuaram fortes”, diz.

Segundo ele, entre esses fundamentos destacam-se o crescimento da população economicamente ativa, a mudança nos arranjos familiares, com mais jovens saindo de casa e mais pessoas morando sozinhas, o aumento da renda, o baixo nível de desemprego e o baixo custo do crédito imobiliário.

“Hoje, o custo médio do financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança é de 9% ou 10% ao ano, enquanto que o cartão de crédtio rotativo tem juros médios de quase 200% ao ano, assim como credito pessoal”, afirma Petrucci.

Fonte: Exame

 

 

 

 

Proposta garante isenção de 50% do IR na venda de imóvel residencial novo

Atualmente, o dono de imóvel residencial é isento de pagar IR sobre o ganho obtido com a venda desse bem se utilizar o dinheiro para comprar outra moradia em até 180 dias

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A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5733/13, do Senado, que estabelece isenção de 50% do Imposto de Renda (IR) sobre ganho de capital na venda de um segundo imóvel residencial num período de cinco anos.

Atualmente, o dono de imóvel residencial é isento de pagar IR sobre o ganho obtido com a venda desse bem se utilizar o dinheiro para comprar outra moradia em até 180 dias. Esse benefício só pode ser usado uma vez no prazo de cinco anos, de acordo com a Lei11.196/05, que trata de vários incentivos fiscais ao mercado imobiliário.

A proposta não isenta totalmente o contribuinte nessa segunda operação. Haverá um desconto de 50% sobre o valor do imposto apurado sobre o ganho obtido. Além disso, o texto condiciona o abatimento aos casos em que o vendedor aplicar o dinheiro da venda, em até 180 dias, na compra de um imóvel residencial novo. Na primeira vez, a escolha pode ser tanto por imóvel novo como usado.

Para o autor da proposta, o senador licenciado Marcelo Crivella, a lei atual impede a ampliação dos negócios no setor e a geração de mais empregos. “Frequentemente, uma família que já usufruiu do benefício há menos de cinco anos se vê desencorajada diante da perspectiva do imposto de renda sobre o ganho de capital”, afirmou.

A renúncia fiscal implícita na aprovação do presente projeto será, na opinião de Crivella, plenamente compensada com o ganho social que o País terá.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada, em regime de prioridade, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

Preço do imóvel pronto desacelerou em janeiro

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O preço do imóveis está perdendo o fôlego. Pelo segundo mês consecutivo, a variação em 12 meses do preço médio do metro quadrado dos imóveis prontos, a maioria usados, desacelerou em janeiro na comparação com o mês anterior.

No mês passado, a variação do preço do metro quadrado acumulada em 12 meses estava em 13,5%, segundo índice Fipe Zap, que pesquisa os preços na internet em 16 cidades. Em dezembro, esse mesmo indicador estava em 13,7% e, em novembro 13,8%.

“Com dois meses de desaceleração ainda não é possível tirar conclusões”, afirma o coordenador do índice, Eduardo Zylberstajn. Mas ele pondera que os indicadores ruins, como a inflação persistente em níveis elevados e as incertezas que contagiam as expectativas, podem estar afetando o mercado imobiliário.

Movimento também de desaceleração foi registrado nas variações mensais de preço. Na média das 16 cidades pesquisadas, o preço do m² dos imóveis anunciados na internet aumentou 0,8% em janeiro na comparação com o mês anterior. Em dezembro, a variação mensal havia sido de 1%.

São Paulo

Um dado relevante da pesquisa é que o preço do metro quadrado dos imóveis em São Paulo, o principal mercado do País, registrou em janeiro a menor variação mensal da série histórica iniciada em janeiro de 2008. Em janeiro, o preço do m² na cidade de São Paulo, de R$ 7.839, teve alta de 0,70%. “É praticamente a variação esperada para inflação neste mês”, compara Zylberstajn, citando o último Boletim Focus do Banco Central, que projeta IPCA de 0,72% para janeiro.

O economista observa que, em janeiro, a maioria entre as 16 cidades pesquisadas teve variação de preços muito próximas da expectativa de inflação para o período. Exceção à regra foram as altas no Rio de Janeiro (1,2%), Recife (1%), Florianópolis (1,6%), Porto Alegre (1,2%), Vitória (1,4%) e Niterói (1,1%). “Até pouco tempo atrás era difícil encontrar cidades com preços subindo igual ou abaixo do IPCA. Hoje é mais frequente”, diz Zylberstajn. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Isto É Dinheiro

Aluguel com aniversário em fevereiro e reajuste pelo IGP-M subirá 5,66%

Essa é a variação acumulada em 12 meses do indicador, que corrige a maioria dos contratos de locação

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O aluguel residencial em andamento com aniversário em fevereiro e correção pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), será corrigido em 5,66%.

“O IGP-M é utilizado para atualizar a maior parte dos contratos de locação por ser o primeiro a ser divulgado, ainda dentro do mês de referência”, justifica Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Assim, segundo ele, a divulgação de variação mensal de 0,48% no mês de janeiro fecha o comportamento dos preços no período de 12 meses compreendido entre fevereiro de 2013 a janeiro deste ano.

Para facilitar o cálculo do novo aluguel, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga o fator de atualização, que neste mês é de 1,0566. Por exemplo: para atualizar um aluguel de R$ 2.000,00, que vigorou até janeiro de 2014, multiplica-se R$2.000,00 por 1,0566, o que resulta em R$ 2.113,20, valor do aluguel de fevereiro, a ser pago no final de fevereiro ou início de março.

Seguem os reajustes dos últimos meses:

Fatores de Reajustes de aluguel

Contrato com aniversário em março/13 e pagamento em abril/13: 1,0829
Contrato com aniversário em abril/13 e pagamento em maio/13: 1,0806
Contrato com aniversário em maio/13 e pagamento em junho/13: 1,0730
Contrato com aniversário em junho/13 e pagamento em julho/13: 1,0622
Contrato com aniversário em julho/13 e pagamento em agosto/13: 1,0631
Contrato com aniversário em agosto/13 e pagamento em setembro/13: 1,0518
Contrato com aniversário em setembro/13 e pagamento em outubro/13: 1,0385
Contrato com aniversário em outubro/13 e pagamento em novembro/13: 1,0440
Contrato com aniversário em novembro/13 e pagamento em dezembro/13: 1,0527
Contrato com aniversário em dezembro/13 e pagamento em janeiro/14: 1,0560
Contrato com aniversário em janeiro/14 e pagamento em fevereiro/14: 1,0551
Contrato com aniversário em fevereiro/14 e pagamento em março/14: 1,0566

Fonte: Secovi

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Crédito para imóveis deve crescer em 2014, afirma a Caixa

A Caixa Econômica Federal descarta bolha imobiliária e espera dar continuidade ao crescimento do crédito para esta categoria em 2014, quando espera encerrar o ano com crescimento entre 10% e 20%.

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A Caixa Econômica Federal descarta bolha imobiliária e espera dar continuidade ao crescimento do crédito para esta categoria em 2014, quando espera encerrar o ano com crescimento entre 10% e 20%. Em 2013, a Caixa bateu um novo recorde, atingindo R$ 134,9 bilhões em contratações.

De acordo com a estimativa do diretor de habitação da Caixa, Teotonio Rezende, para 2015 as expectativas ainda são positivas. “Todos os dados e o comportamento do mercado nos dão a confiança de que o crédito continuará crescendo. Sendo o mais conservador possível, no ano de 2015 devemos ter um crescimento em torno de 10%.

Sobre a bolha imobiliária, o diretor de habitação acredita que não há sinais de que o segmento enfrente este risco, considerando que a situação econômica e social no Brasil se difere do que aconteceu nos Estados Unidos e que pode ser identificado também na Europa. A demanda ainda reprimida por novas moradias no Brasil ainda deve segurar este mercado aquecido por mais alguns anos.

Rezende acredita que os preços dos imóveis devem permanecer mais próximo da estabilidade nos próximos anos. “Ainda temos um grande déficit habitacional no Brasil. Outro ponto é a relação do PIB (Produto Interno Bruto) e o crédito, que mostra que o Brasil ainda tem muito espaço para crescer”, ressalta.

Ele ainda compara os indicadores imobiliários do Brasil e dos Estados Unidos para justificar sua opinião. A avaliação do crédito imobiliário, o LTV (Loan-to-Value), do Brasil está em torno de 70% da média nacional, com um montante de financiamentos contratados nessa modalidade representando cerca de 8% do PIB (Produto Interno Bruto). A expectativa é que os financiamentos imobiliários atinjam 10% do PIB até o ano de 2015.

Valorização de imóvel no Brasil foi a maior do mundo nos últimos 5 anos

Empreendimentos ficaram 121,6% mais caros no período, mas apenas 4,6% no último semestre, evidenciando uma forte desaceleração na alta dos preços

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Nos últimos cinco anos, nenhum lugar do planeta viveu valorização imobiliária tão grande como a ocorrida no Brasil. Comparação entre 54 países realizada por bancos centrais de todo o mundo mostra que o preço médio dos imóveis brasileiros subiu 121,6% no período pós-crise de 2008.

O fôlego, porém, segue o ritmo da economia e os negócios estão em franca desaceleração. Da liderança nos cinco anos, o Brasil cai para o décimo lugar em valorização no acumulado em dois anos e está em um modesto 22.º lugar no último semestre.

Em 2008, o mundo mergulhou na maior crise econômica em décadas e o setor imobiliário dos Estados Unidos estava na raiz do problema. O diagnóstico fez com que medidas coordenadas fossem tomadas ao redor do mundo.

Uma delas foi o início de um inédito levantamento global sobre preços do mercado imobiliário residencial. O levantamento é feito em mais de 50 países e coordenado pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), instituição que funciona como o banco central dos bancos centrais.

No Brasil, o levantamento ficou a cargo do Banco Central e começou a ser divulgado em abril do ano passado. É esse estudo que mostra que o valor médio dos imóveis mais que dobrou em cinco anos até o terceiro trimestre de 2013.

A valorização brasileira superou mercados aquecidos, como o de Hong Kong – cujo metro quadrado ficou 101,4% mais caro em cinco anos – e foi praticamente o dobro da observada em Kuala Lumpur, na Malásia (62,5%), e em Cingapura (61,6%). Dependendo do país, a pesquisa do BIS usa dados do mercado nacional, como no Brasil, ou de algumas cidades, como na China.

Um grande problema para a comparação entre mercados imobiliários do mundo costumava ser a falta de padronização dos índices locais de preço. Para resolver o problema, o BIS aceita duas referências: valor do metro quadrado e valor de cada negócio.

Para o Brasil, é usada a segunda opção. O Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados é calculado mensalmente pelo Banco Central conforme o valor de avaliação de cada imóvel financiado pelos bancos. São consideradas 11 regiões metropolitanas, entre elas Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador e São Paulo.

Desaceleração. O fôlego do mercado, porém, diminuiu. A forte alta ocorreu especialmente entre 2008 e o início de 2011, quando a valorização anual dos imóveis permaneceu sistematicamente acima de 20%. Nos trimestres seguintes, o ritmo desacelerou para perto de 15% e a subida reduziu ainda mais o passo para o patamar dos 9% no ano passado.

O fenômeno fica ainda mais explícito no horizonte de curto prazo. Nos últimos 12 meses, a alta de preços no Brasil foi de 7,1%, o 16.º maior resultado da pesquisa do BIS. Em seis meses, a valorização foi de 4,6%, a 22.ª maior alta do mundo.

“O mercado brasileiro passa por um período de ajuste alinhado com o menor crescimento da economia. Essa desaceleração pode ser considerada positiva porque eleva a sustentabilidade do setor”, diz Liam Bailey¸ chefe da área de pesquisa internacional da maior imobiliária independente do mundo, a britânica Knight Frank.

Apesar da avaliação positiva, Bailey reconhece que, após certa euforia, atualmente há opções mais atrativas que o Brasil para investir em emergentes, como Dubai ou a Turquia.

“Mas ainda há bons negócios no Brasil, especialmente em áreas com melhor infraestrutura de São Paulo e Rio de Janeiro”, diz Bailey. O executivo comenta que poucos europeus consultam a Knight Frank sobre oportunidades no Brasil. “Mesmo com o crescimento recente, o País ainda é um mercado majoritariamente para investidores locais.”

Fonte: Estadão

Aluguel residencial novo aumenta 9,48% em 2013 na Capital

No mês de dezembro, variação atingiu 0,7%, conforme pesquisa do Secovi-SP

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Os contratos novos de aluguel residencial assinados na cidade de São Paulo em 2013 registraram aumento médio de 9,48% em relação aos valores de 2012. A conclusão, obtida em pesquisa realizada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), revela uma variação superior à oscilação do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que atingiu 5,51% no ano passado. Apurou-se ainda, na pesquisa, que, no mês de dezembro, os preços foram 0,7% maiores que os de novembro.

Walter Cardoso, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, lembra que o mercado de locação tem passado por significativos ajustes nos últimos anos. No último trimestre de 2011, por exemplo, foram apuradas altas próximas de 20% no acumulado de 12 meses. “Dentre inúmeros fatores, dois contribuíram especialmente para essas elevações: a valorização imobiliária na comercialização de imóveis residenciais e a escassez de moradias para aluguel”, justifica o dirigente. “O mercado de locação ainda apresenta variações anuais superiores à inflação, mas tende, em 2014, a registrar variações de valores de aluguel muito próximas à oscilação dos principais indicadores de preços da economia.”

As residências que apresentaram os maiores acréscimos em dezembro foram os imóveis de 2 dormitórios, cujos valores de locação subiram em média 0,9%. As unidades de 3 quartos tiveram alta de 0,6% e os de 1 quarto, de 0,4%.

A modalidade de garantia mais utilizada em dezembro foi o fiador, que respondeu por 47,5% dos contratos de locação. O depósito de três meses de aluguel garantiu 32,5% dos imóveis locados. Cerca de um em cada cinco imóveis recorreu ao seguro-fiança.

Em dezembro, as casas foram alugadas mais rapidamente do que os apartamentos. Elas foram escoadas num período entre 15 e 35 dias. Os apartamentos demoraram um pouco mais: seu Índice de Velocidade de Locação (IVL), que mede em número de dias quanto tempo se leva para assinar o contrato de aluguel, oscilou de 20 a 41 dias.

Fonte: Secovi

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Novo recorde: Caixa atinge R$ 134,9 bilhões em crédito imobiliário em 2013

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O aumento da renda e melhores condições para financiamento estimularam o mercado imobiliário no ano passado. Ultrapassando a previsão para o ano de R$ 130 bilhões, a  Caixa Econômica Federal, uma das principais fontes de crédito para esta categoria – e que representou 69% do total de financiamentos no ano – atingiu R$ 134,9 bilhões em contratações em 2013.

A quantidade de contratos superou a média dos anos anteriores. Em 2013, o número de contratos foi superior a 1,9 milhão, enquanto em 2012, foram firmados 1,2 milhão. Nos últimos três anos, foram mais de R$ 300 bilhões em crédito para compra da casa própria concedidos somente pelo banco.

Para o vice-presidente de Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, o recorde histórico no financiamento a casa própria se deve a melhoria das condições para que os brasileiros adquiram um imóvel. A inadimplência dos financiamentos imobiliários manteve-se baixa, com índice de 1,47%, inferior ao índice de 1,54% do fechamento do primeiro semestre.

“A estabilidade econômica somada ao aumento da renda e melhores condições de financiamento – taxas de juros menores, prazos maiores, além de maior simplicidade operacional – tem permitido um maior acesso ao credito para compra do imóvel desejado”, afirma.

Resultados por categoria
Do montante aplicado nesta linha de crédito no último ano, 65% foi destinado à aquisição de imóveis novos e 35% para imóveis usados.

No total, foram R$ 61,64 bilhões em aplicações com recursos da poupança, o que representa mais de 50% de tudo o que foi feito no mercado. Outros R$ 41,22 bilhões foram representados pelas linhas que utilizam recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e R$ 20,47 bilhões de recursos do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial). As demais fontes somaram R$ 11,57 bilhões.

Os financiamentos para aquisição ou construção de imóveis individuais corresponderam a R$ 79,12 bilhões e os financiamentos para a produção de imóveis atingiram R$ 55,83 bilhões. O financiamento direto à produção vem apresentando crescimento significativo nos últimos anos, saindo de 14% do total do crédito imobiliário do banco, em 2007, para 41% do total aplicado em 2013.

O programa Minha Casa Minha Vida encerrou o ano com 3.240 mil unidades contratadas desde o seu lançamento. Somente em 2013, foram contratadas 900 mil unidades.  Até o final de 2013, o Minha Casa Minha Vida entregou mais 1,5 milhão de moradias. Deste total, 812 mil unidades (53%) foram para pessoas com renda familiar de até R$ 1.600, sendo 459 mil unidades da faixa 1 e 353 mil da faixa 2.

Fonte: UOL

Mercado imobiliário no Brasil teve um aumento considerável nos últimos anos

Uma pesquisa realizada com 54 países mostra que o valor médio dos imóveis no Brasil teve um aumento de 121,6% depois da crise do ano de 2008.

Vista aérea da região central da cidade de São Paulo: Volume de vendas nos primeiros nove meses de 2013 equivale a 95% do total de vendas de 2012

O setor imobiliário sofreu uma desvalorização no ano de 2008 e os Estados Unidos foi o precursor dessa queda. Isso fez com que todos os países ao redor do mundo tomasse medidas drásticas para resolver o problema. Um aumento sobre os preços nos imóveis residenciais foi uma das medidas tomadas para combater a crise.

O levantamento foi efetuado em mais de 50 países pelo BIS (Banco de Compensações Internacionais). Essa instituição está em funcionamento e realiza o intermédio entre o os bancos centrais.

O BIS utiliza de duas referências para resolver o problema de comparações entre os mercados de todo o mundo, O valor de cada um dos negócios e também o valor do metro quadrado.

Cada mês é calculado pelo Banco Central o Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados. As regiões metropolitanas avaliadas são Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo e Recife.

A maior alta que ocorreu no mercado foi entre 2008 e no começo de 2011, mas nos três meses seguintes houve uma desaceleração por volta de 15%. No ano passado, porém houve uma queda de 9%.

O setor imobiliário está passando por uma fase de ajustamento que está se alinhando com a elevação da economia, podendo ser positiva e elevando sustentabilidade do setor. Mas após essa “euforia”, obviamente poderá ter algumas opções em outros países mais atrativas, talvez Turquia ou Dubai.

Segundo Liam Bailey, que trabalha na área de pesquisa internacional da Knight Frank, a maior imobiliária independente do mundo, o Brasil é considerado também por ter bons negócios ainda mais no Rio de Janeiro e São Paulo.